sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A Alta Matemática das Abelhas Geômetras*

Matéria gentilmente enviada pela Prof. do IFAP, Campus Laranjal do Jari - Patrícia Pitanga

Foto: http://devoto-2m8.blogspot.com

ASSEGURA O ESCRITOR BELGA MAURICE MAETERLINCK ( 1 8 6 2 - 1 9 4 9 ) QUE AS ABELHAS, NA CONSTRUÇÃO
DE SEUS ALVÉOLOS, RESOLVEM UM PROBLEMA DE "ALTA MATEMÁTICA".

Com uma única finalidade a abelha constrói os seus curiosos alvéolos: é para neles depositar o mel que fabrica. Esses alvéolos são feitos de cera. Levadas (afirmam os sábios pesquisadores) por um instinto admirável, as abelhas procuram obter para seus alvéolos uma forma que seja a mais econômica, isto é, que apresente "maior volume" ou maior capacidade, para a menor porção de material empregado. Dentro desse plano de trabalho, é preciso que a parede de um alvéolo sirva também ao alvéolo vizinho. Logo, o alvéolo não pode ter forma cilíndrica, pois, do contrário, não haveria paredes comuns e o desperdício de material seria enorme. Era preciso, pois, para o alvéolo, adotar uma forma prismática. Os prismas (os alvéolos) devem encher totalmente o espaço sem deixar interstícios. As paredes devem ser comuns.
Os únicos prismas regulares que podem ser justapostos sem deixar interstícios são: o prisma triangular, o quadrangular e o hexagonal. Desses três prismas regulares qual será o mais econômico?
Em outras palavras:
Qual dos três prismas (tendo áreas laterais iguais) apresenta maior volume?

Conclusão:

O prisma mais econômico é o prisma hexagonal, pois é aquele que apresenta, para o mesmo gasto de material, maior volume, isto é, maior capacidade. Foi por esse motivo que as abelhas, para os seus alvéolos, adotaram a forma hexagonal.
Como são colocados, para maior economia de espaço, os alvéolos das abelhas, a parede de um alvéolo serve para outro alvéolo. Não há entre os alvéolos espaço perdido e a forma hexagonal é a mais econômica.


* Fragmentos de texto extraído do livro “As Maravilhas da Matemática” de Malba Tahan, 2ª edição.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Abertas inscrições para curso de agentes ambientais a distância



A fundação Demócrito Rocha e a Universidade Aberta do Nordeste realizam o curso de agentes ambientais na modalidade a distância.

Apresentação

A questão ambiental ganhou nas últimas décadas, um espaço social relevante, fazendo-se presente no cotidiano das pessoas e das instituições. No mundo de hoje, já se coloca a necessidade de refletir e de agir sobre os impactos e ameaças que pesam sobre a qualidade de vida no planeta Terra.
Hoje, a questão ecológica não pode ficar fora da agenda de qualquer pessoa ou organização minimamente comprometida com o meio ambiente e a qualidade de vida. A gestão ambiental, casamento entre ecologia e negócios, é uma realidade cujos efeitos econômicos tornam-se cada vez mais profundos e impactantes. A necessidade de preservar as condições de vida no planeta nos coloca num caminho sem volta. Portanto, é premente que se inicie uma revisão completa das concepções de progresso que nortearam os modelos de desenvolvimento social e econômico nos últimos séculos. A definitiva opção pelo desenvolvimento sustentável baseado na gestão ambiental tem, além do fator econômico, um determinante humano.
Considerando a educação ambiental uma ação multidisciplinar, o curso procura aprofundar a consciência cívica e a responsabilidade social dos cidadãos, assim como subsidia-los com fundamentação teórica a fim de capacitá-los como agentes multiplicadores e facilitadores de controle ambiental.
Com os recentes dados publicados acerca do clima pelo IPCC, faz-se urgente um trabalho de educação formal com o objetivo de preparar Agentes Ambientais para monitorar o meio ambiente do seu entorno geográfico e divulgar boas práticas de preservação e conservação do planeta

Público alvo: Vagas gratuitas na Universidade Aberta do Nordeste (UANE) podendo se inscrever todo e qualquer cidadão, residente em qualquer região do país ou exterior, independente do grau de escolaridade, nacionalidade, idade, sexo ou etnia.
Objetivos:
  • Contribuir para a melhoria da compreensão pública sobre mudanças climáticas, educação ambiental e responsabilidade social e ambiental.

  • Conscientizar e informar a sociedade sobre a importância da educação ambiental para a melhoria das condições de vida no planeta Terra.

  • Socializar experiências de educação ambiental bem sucedidas.